sábado, 17 de novembro de 2012
Baldado tempo
Inutilmente
os ponteiros giram
cirandando as horas
carregando os dias
descompassados
dias largos
fartas saudades
dissolvem
memórias azuis de quem não está
só eu
fico
acontecendo
longe o tempo
imóvel
sobre minhas mãos.
Um comentário:
Poeta da Colina
21 de novembro de 2012 às 16:04
O tempo não passa pelo corpo, impregna.
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O tempo não passa pelo corpo, impregna.
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