Quando abri
os olhos
vi só a
escuridão dos dias,
você não
estava lá.
Eu quis te
ter para aquecer
as mãos que, frias,
querem
conter as chuvas de mim.
Não cessa o
caos que se perfaz
neste céu.
E eras a
estrela que insistentemente
ainda
brilhava.
Eu te apaguei,
bebi teu
brilho procurando curar-me.
E dias e
horas, fecho os olhos,
certifico-me
dos enganos
e passo como
estrangeira por nós
que não se
desatam.
Não és tu,
apenas,
somos espera
vazia
a ampliar os
espaços
doídos de
solidão.
Quero agora habitar
nesse poema
envelhecido de pra sempre.
Assim em
nós,
Assim a sós.

Bonito poema. Digo tanto que me identifiquei com ele!
ResponderExcluirTem post novo no blog: http://palavrasproferidas.blogspot.com.br/
Tenha uma ótima semana!
Gostei muito dos teu blog, dos teus poemas. Parabéns!
ResponderExcluirQuero agora habitar
ResponderExcluirnesse poema envelhecido de pra sempre.
Assim em nós...
Que bonito isso Alice.
Fiquei a pensar "quem/o que" era essa estrela que ainda brilhava em ti.
Beijos minha flor!
As marcas dos lençóis.
ResponderExcluirAh, que lindo! Lindo lindo!
ResponderExcluirLindo, Au!
ResponderExcluir