Talvez nasçam dos meus dedos todas as repostas que preciso. Todo o aconchego virá deles. Antes da música, antes dos sons, meus dedos falam no silêncio, e buscam por mim. O inteiro de mim, o completo, a substância. O que emerge é a harmonia dos mundos: o meu mundo e todos os outros. É uma profusão de sentires clareando meus olhos, soerguendo flores pelos poros, como pássaros em revoada.
Talvez nasçam dos meu dedos a Alice que quero ser. E talvez ela cante o azul de mim. E, talvez, a gente não seja vazio, nem abismo. Mas ninguém dirá de nós.

Ah Alice, você já é música!
ResponderExcluirBeijos minha flor!
Alice, você, com os seus dedos, rege o azul de nós.
ResponderExcluirBeijo,
Inês