que caí na realidade dos dias
fartos de saudade.
Não falo de encontros
por não ter a certeza dos caminhos.
Na ciranda da vida canto felicidade ao vento
para que ele chegue aqui em brisa leve
e refresque o coração.
Os segredos que me cercam
disfarçam vontades
entortam as verdades
me repelem de mim.
Canto horas com o tempo
para me convencer da partida,
contar histórias de quem se foi.

Belíssimo, Alice! Belíssimo! Que refresque meu coração a brisa leve!
ResponderExcluirSe você me permite, gostaria de dizer...
Eu trocaria o "Na ciranda da vida" por "Nesta ciranda". Um beijo!
[uma palavra inquieta que se esconde no verso, em cada verso que respira no poema, é o instante, o avulso momento declamado]
ResponderExcluirum imenso abraço,
Leonardo B.
Olá!
ResponderExcluirNossa, que lindo isso. principalmente esta parte: "Os segredos que me cercam
disfarçam vontades
entortam as verdades
me repelem de mim."
Me encantei!
Tem selo pra você no blog, espero que goste. Um beijo!
É no sonho que muitas vezes nos encontramos com a realidade.
ResponderExcluirSeu poema demonstra isso mesmo.
Muito bonito,moça!
ResponderExcluirBonito mesmo!
beijinho***
os que se foram rendem alta literatura.
ResponderExcluirhttp://vemcaluisa.blogspot.com/
Tem selo no meu blog pra você!
ResponderExcluirAs coisas avulsas são sempre mais pungentes.
ResponderExcluirMas, ah, o doce encanto dos encontros que surgem quando não os esperamos!
Abraços para ti!