Ela,
que não rejeitava dor, jamais se envergonhara de chorar
choro bom de alívio, de libertação.
Ela,
que jamais entendera de onde vinha alegria que assalta, sorria com os olhos
invisível no mundo, nos atalhos de si.
- Não há caminho fácil, não.
Ela,
que se equilibrava na vida com a luz do sol na palma da mão.
que não rejeitava dor, jamais se envergonhara de chorar
choro bom de alívio, de libertação.
Ela,
que jamais entendera de onde vinha alegria que assalta, sorria com os olhos
invisível no mundo, nos atalhos de si.
- Não há caminho fácil, não.
Ela,
que se equilibrava na vida com a luz do sol na palma da mão.

Não consegui entender muito bem seu post, ficou meio confuso na minha cabeça, mas me tocou muito a útima frase - ou seria estrofe?
ResponderExcluirAinda vou descobrir o que está escrito nas entrelinhas dessa linda reflexão, que combna bastante com o que estou vivendo agora.
Beeijos ♥
Acho que ela é muito linda!
ResponderExcluirPuro e intenso, seu texto!
"... choro bom de alívio, de libertação", é o melhor que há! Ela é guerreira, por equilibrar-se tão bem, uma hora ainda pego a receita - risos!
ResponderExcluirUm beijo!