Já sabia que era daquelas pessoas difíceis de gostar, mesmo assim insistia naquela história de cria vínculos. Toda vez se machucava. Toda fez feria o corpo todo, até sangrar o coração. Então corria para o vento, porque gostava de sentir aquele ar gelado entrando pelos poros e congelando tudo por dentro. Talvez assim doesse menos. Talvez assim aprendesse o não da vida.
Toda vez era única, e cada uma fazia sangrar mais. Depois de toda guerra contra si, levantava, juntava os pedaços, achava apoio. No amanhã sabia: era tempo de florir.
Toda vez era única, e cada uma fazia sangrar mais. Depois de toda guerra contra si, levantava, juntava os pedaços, achava apoio. No amanhã sabia: era tempo de florir.

ah, alice! e o que nos faz insistir no que nos machuca?
ResponderExcluirainda bem que o amanhã é tempo de florir!
que o teu seja sempre
um beijo enorme, flor mais linda! :*
O amanhã sempre combina bem com flores, com tempo de renovação, ou talvez até com assimilação de certas coisas... é como se o amanhã soubesse que mais uma página foi conquistada, mesmo que a ferida esteja al ... um dia a mais para cicatrizar...!
ResponderExcluirbeijos Alice
Guilherme
Sobre a história de criar vínculos, a história de tecer linhas interiores,
ResponderExcluirmesmo que sangracem,
era tecida de (a)manhãs
Alice, beijos
Sempre tu irá florir com as cores mais belas.
ResponderExcluirGrande Beijo minha estrela das palavras sinceras do coração.