Agora tenho aprendido a pisar em espinhos, e com pés descalços.
É, depois de algumas feridas a gente aprende, na marra mesmo.
Pois, há que se ter delicadeza até para caminhar sobre espinhos,
ou você acaba criando buracos imensos que nunca cicatrizarão.
É, depois de algumas feridas a gente aprende, na marra mesmo.
Pois, há que se ter delicadeza até para caminhar sobre espinhos,
ou você acaba criando buracos imensos que nunca cicatrizarão.

Alice, genial, sutil, doído, lindo!!
ResponderExcluiré isso mesmo, delicadeza até na hora da dor...
beijos imenso em ti, flor!
que teu caminho tenha sempre mais pétalas do que espinhos
Alice,
ResponderExcluiré fantástico como as poetisas e poetas conseguem encontrar a mesma esssência de certos interiores, mesmo sem nunca terem se cruzado. Deixo aqui algo que escrevi que vai ao encontro das tuas palavras:
O silêncio [diluído] que ecoa pela noite abraça a bailarina do arame
Suas sapatilhas de (des)compassos [canto triste] são retiradas de seus pés
{para que o calor das estrelas cicatrize as fendas que versam lágrimas}
E a noite a envolve para dentro de seu manto
{para que a bailarina possa se dissolver no instante do mar}
um beijo,
faz parte né?
ResponderExcluirdor também é sentir.
o post é pra vc hoje lá no com.versa.
um beijo!
e obrigada por deixar as coisas mais bonitas!
Gostei tanto que nem sei dizer.
ResponderExcluirGrande Beijo Flor!
Uma vez me falaram que o amor é como se fosse uma flor, uma rosa talvez....
ResponderExcluirPor vezes amiga, acredito nisso, pois por vezes, do amor tenho apenas os espinhos....
Acho que quando me falaram isso, de fato, queriam me falar o seguinte: Se tu quer levar a rosa, precisrá aprender a conviver com os espinhos.
Beijos
Excelente texto...
ResponderExcluirParabéns, belo blog...
MUITO BOM!!!
Acesse...
http://mailsonfurtado.blogspot.com
Adorei teu texto, alias adoro teus pequenos textos com imenso sentido.
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