Era que tinha o Moço. Antes soubesse explicar aquilo, não se perderia só.
O fato é que a Moça tinha medos de ausência, ainda que estivesse sempre a dialogar, muito, inclusive, de uns tempos até agora. Enchia-se de vontade de gritar, fazia-o, no silêncio. Seu nome. O Moço.
Ainda estaria perto, sempre - é que gostava dessas palavras grandes - mesmo na distância. É, sim, teria os caminhos a força para os encontrar.
A Moça, que seguia pela estrada, via direita. O Moço avante, pela via esquerda. Mas ali, na esquina do dia eles iriam se reconhecer. Quem daria o primeiro passo? O Moço, a segurar a mão da Moça. De mãos dadas, juntos em um, entre reticências.
Aquilo era quase um Amor.
Ela sonhava...

São palavras tão lindas *.*
ResponderExcluirAi que fico sonhando.
Grande Beijo.
Primeiro o dedinho encosta na mão cheio de medo. Mas a coragem do coração é maior e o dedinho é só um dedinho. O que poderia ele perto de um coração? Tudo começa.
ResponderExcluirhttp://www.youtube.com/watch?v=gqlNnnFevkw