sábado, 6 de setembro de 2014
o poema a ruir
implora minha volta
até a última linha
ainda ouço respirar
ternamente
há algo que flui.
Um comentário:
Fabíola Weykamp.
6 de setembro de 2014 às 14:23
não deixe
de estar,
nunca!
poesia é a tua onda!
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