Era como se eu precisasse
lembrar de quem eu sou
do meu lugar
porque naquela avenida
ainda correm meus pés
ainda o vento sopra em meu corpo
ainda faz nós no cabelo
nas mãos
Era como se precisasse
lembrar que andar sobre andar
cada degrau ali sabe a cor perdida dos meus dias
todas as paredes têm meu cheiro
a paisagem da janela ainda é minha
o som da bola embaralhada entre os gols
dos meninos
só eu sei tocar!
esses bancos de cimento vazio
estão à minha espera
era como se quisesse lembrar
estou aqui
você não.
Meu Deus! Ficou muito lindo!! Cada verso me fez visualizar o dia-a-dia do Alameda e me fez sentir aquilo que sempre iremos sentir: saudade.
ResponderExcluirMateus, vc está coberto de razão! Alice, volta! Eu, Mateus e o Alameda sentimos sua falta!
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