segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Num tempo de agora

uma estrela pequenina
que apertei em minha mão
furou minha pele
habitou em mim

adormeceu
sangrando lágrimas
me deixei partir

sinto tanta saudade de ser inteira.

3 comentários:

  1. Há tanto tempo que eu não aparecia por aqui...
    Adorei. Principalmente a última frase, tão leve e que guarda um peso tão grande...

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    1. Saudade de tuas valsas invisíveis tão melodiosas, Eduardo!

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