Alice chora o leite derramado e não gosta de café. Contempla mãos e ainda conta nos dedos. Tem os pés tão estranhos quanto a vontade de voar. Aperta os olhos para ver o todo, mas não me vê. Alice tem uma paixão secreta por janelas. Abertas, fechadas, de toda cor. Janelas de ônibus, de casas... Eu me pergunto quando ela irá saltá-las. Quando, Alice? Quero tanto te saber livre, tanto.

:') Alice é poesia esperando virar poema!
ResponderExcluir"...perceber que você é bem mais quando em paz...."
ResponderExcluirBom dia!
ResponderExcluirGostei muito do seu trabalho.
Parabens
Sinval