segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Desvio

E para que a dor
traga sempre algo de bom,
há que não se permitir
o adormecimento dos afetos da alma,
há que se permitir
o som do outro
reverberando em nós.

4 comentários:

  1. “Há uma rede sem fim, de fios, através do Universo. Os fios horizontais são o espaço, os fios verticais, o tempo. Em cada cruzamento desses fios há um indivíduo e todo indivíduo é uma conta de cristal. A grande luz do Ser Absoluto ilumina e penetra cada conta e todas elas refletem não só a luz que espelham mutuamente mas o reflexo de todos os reflexos do Universo..
    Aprendemos, assim, que vivemos em todos os outros seres e em todas as outras coisas – e que elas vivem em nós.”

    [“A Rede de Indra”, uma história da tradição indiana extraída do livro: “Zen – estórias e koans”; Rio de Janeiro: Numen Editora; 1991]

    .

    Belo poema!

    Abraços, bons caminhos...

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  2. Lindo e verdadeiro, Alice! Sim, porque a gosso modo, a dor sempre tende a endurecer a alma.

    Grata pela gentileza do seu comentário.

    Beijo,
    Inês

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  3. Alice,

    como respondi à teu comentário lá no há palavra, o livro do qual transcrevi o comentário acima é de uma pequena editora carioca e já está esgotado. Mas, como ele é pequenino, caso você se interesse me disponho a te enviar uma cópia xerox, sem problemas.

    Abraços, bons caminhos...

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O que diz seu coração?