Combinaram de juntos assistirem ao pôr-do-sol naquela tarde de primavera. Para ela, era uma daquelas horas em que não se pode deixar de ser feliz, o sol sumindo no horizonte e a sensação boa de que amanhã, sim, voltaria. Para ele, era o momento em que o céu cantava no coração melodia de amor.
- A gente não devia nunca desacreditar de ser feliz, Marília.
- O que eu acho, é que a gente não devia nunca sair daqui, João.
De mãos dadas, eles tinham a si, e um ainda pequeno, grão de amor.
- A gente não devia nunca desacreditar de ser feliz, Marília.
- O que eu acho, é que a gente não devia nunca sair daqui, João.
De mãos dadas, eles tinham a si, e um ainda pequeno, grão de amor.

Mas que graça você, Alice!
ResponderExcluirUm grão de amor bordado quando o Sol é uma grande laranja quentinha e vai tecendo pelos olhos os muitos corações,
ResponderExcluirbeijão!
então...estou lendo "As Horas' e tem um momento que a personagem Clarissa se dá conta que o momento maior de felicidade dela, da vida c=dela com Richard, é quando, justamente, estão olhando para o sol...na beira de um lago e dali os dois percebem que aquilo - talvez - só aconteça uma vez na vida...
ResponderExcluirenfim, é isso!
abs matutos..
Diálogos ricos em sentidos!grande abraço.
ResponderExcluiro amor é de grão em grão, basta regar, cuidar, sobretudo cultivar a cada amanhecer!
ResponderExcluirp.s.: quero mais diálogos como estes! (: