Era aquele mesmo o lugar, nada de atalhos.
Tinha que andar por aqueles caminhos,
Porque a gente não pode fugir da vida todos os dias,Uma hora ela nos acha.
Era só que estava meio difícil entender,
Mas não iria ceder não.
Talvez todo o momento estivesse mesmo sem sentido,
Talvez fosse preciso se encontrar,
Fazer nascer motivo naquele coração.
Lágrimas inundando tudo ... era que tinha olhar de chuva.
Mas o moço agora aprendera a equilibrarAquelas gotas que saiam rasgando a alma.
E o mundo transbordando por dentro...

Eita!
ResponderExcluirEssa busca por sentido é a mais maravilhosa, dolorosa, encantadora e sofrível de todas as buscas e não se pode - e nem se deve - fugir dela.
Então, deixemos transbordar!
o bom é estar sempre à procura de mais né?
ResponderExcluirque tudo faça de nada suficiente.
um beijo, flor.
Pois é, Alice! Equilibrar não é estar estático...às vezes é cheia, em outras enchente..há que se saber trafegar por ambas.
ResponderExcluirAmei esse texto!
Beijo, linda flor!!