Combinamos - eu sei - que você viria, mas agora já faz tanto tempo, que a dúvida cresce dentro de mim. É aquele espaço que nunca se preenche, são aquelas palavras querendo ganhar alma. É uma vontade de sorrir, mas uma maior ainda de deixar chover para fora, de entregar os pontos, de desacreditar. Parece, de verdade, que nossos caminhos são contrários, e o que mais queria era poder te encontrar na esquina do dia em um abraço quente e longo, ouvindo você dizer que o Amor existe e me espera para sempre.

Estava lendo o trecho e me veio Caio na cabeça (sempre!) dizendo que amor (não só esse que tem manifestação no sexo, mas todas as formas de amor) enche de ervas daninhas e a gente precisa cuidar sempre e sempre.
ResponderExcluirnão basta o sentimento estar lá, o mais trabalhoso é fazer ele permanecer. Muito obrigado pela visita, gosto sempre!
muitos beijos,
Rodolpho A.
mas ele existe. num piscar diferente a gente enquadra ele.
ResponderExcluirum beijo!
Esta mistura de emoções também me visitam e no fundo é isso mesmo que se deseja...acreditar no amor, senti-lo da forma mais plena!
ResponderExcluirLindas palavras Alice, como sempre!
Beijos e uma ótima semana...
"Me encontre agora lá na esquina do hotel
ResponderExcluirMoi, je serai toujours chez toi"
Me fez lembrar.
Que coisa mais bonita, Alice. Mas ó: o amor não espera para sempre não. Uma hora ele cansa de esperar e aparece na sua vida (foi o que um passarinho me contou).
:)
O amor existe para todos, existe de graça, sem oferecer nada em troca a não ser o seu sorriso. Adorei o seu texto.
ResponderExcluirEi, ele existe e te espera. Seja amor, minha pequena, desista não.
ResponderExcluirBeijo
(...), "são aquelas palavras querendo ganhar alma." Em tuas doces combinações frasais de um pulsar meigo, único e sentido fortemente por quem as lê, digo-lhe com toda a certeza, Alice: as tuas palavras, sim, ganham alma. Ganham alma de uma maneira tão simples e natural que até mesmo os anjos dizem amém quando as cantam.
ResponderExcluirNão deixe de cantá-las, nunca. E, ame profundamente - sempre.
Doce Alice, muitos beijos.